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1 março 2019

BNCC e as mudanças a serem implementadas na Educação Infantil

Você sabe o que muda na Educação Infantil com a BNCC?

 

A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foi aprovada em dezembro de 2017, e a partir dela, tiveram início novas discussões visando a melhor forma de implementar suas diretrizes na Educação Infantil de todo o país. A partir de  2019, algumas mudanças propostas pela BNCC devem começar a ser colocadas em prática nas escolas de todo o país e suas diretrizes que devem ser implementadas até 2020.

 

 

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Vamos iniciar entendendo o que é a BNCC

Prevista desde 2014 pelo Plano Nacional de Educação (PNE), a BNCC é um documento com diretrizes e estratégias para ampliar até 2024 o acesso da Educação Infantil ao Superior no Brasil, a Base Nacional Comum Curricular foi desenvolvida para servir como uma “orientação” para professores e coordenadores de escolas de Ensino Básico .

 

BNCC na Educação Infantil e Ensino Fundamental

A primeira versão do documento foi publicada em 2015 e ficou durante seis meses para consulta pública. Depois disso, com a contribuição pública, foram criadas três outras versões, além de culminar na decisão que o projeto seria dividido em duas partes: Educação Infantil/Ensino Fundamental e Ensino Médio.

 

Algumas das principais mudanças foram:

– Inclusão do Ensino Religioso (inicialmente, o Ensino Religioso havia sido retirado do documento, porém, após diversas discussões, voltaram atrás na decisão);

– Alfabetização antecipada;

– Língua inglesa obrigatória;

– Uso de tecnologias para aprendizagem.

 

 

BNCC no Ensino Médio

Foi apenas após o fim do processo da BNCC Educação Infantil/Ensino Fundamental, que o Ministério da Educação (MEC) voltou a falar da BNCC Ensino Médio.

No primeiro quadrimestre de 2018, foi entregue a última versão da Base. Após isso, o documento passou por audiências públicas em cinco cidades do País.

Apesar de diversos protestos durante as audiências públicas, o CNE decidiu aprovar o documento final em dezembro de 2018 e, após a homologação pelo MEC, a BNCC Ensino Médio deverá ser adotado por todas as escolas de Ensino Médio até 2022.

 

Alguns dos principais pontos são:

– Português e matemática serão as únicas matérias com carga horária obrigatória nos três anos do Ensino Médio;

– As outras matérias e áreas de conhecimento poderão ser distribuídas no decorrer dos três anos do Ensino Médio, sendo que elas podem ser concentradas em apenas um ano.

 

“Em vez de estudar especificamente uma disciplina de física ou química, eu posso tratar de um problema de matemática e meio ambiente, aplicar os conhecimentos conjugados. A organização [curricular] deixa de ser estanque e passa a ser mais focada no cotidiano”, afirmou Eduardo Deschamps, presidente da comissão da BNCC no CNE em entrevista ao G1.

 

 

Nosso foco é a Educação Infantil!

 

 

Considerando que ela faz parte da etapa da Educação Básica, temos que  a BNCC define direitos de aprendizagem e os campos de experiências que substituem as áreas do conhecimento do Ensino Fundamental. Em cada campo existem objetivos de aprendizado e desenvolvimento do aluno, em vez de unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades.

 

“A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento […]”. (BRASIL, 2017, p.7)

 

 

A BNCC torna  responsabilidade das escolas garantir que seus alunos receberão, em sala de aula, as competências gerais estabelecidas pelo documento. Dessa forma, o cenário educacional nacional se torna mais justo e igualitário para as crianças das redes públicas e privadas de ensino de todo Brasil.

 

Mas para entendermos melhor quais são estas orientações vamos por partes.

 

BNCC e as 10 Competências Gerais para Educação Básica

 

 

1 – Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

 

 

2 – Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

 

 

3 – Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

 

 

4 – Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como libras e escrita), corporal, visual, sonora e digital – , bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideais e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

 

 

5 – Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

 

 

6 – Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

 

 

7 – Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

 

 

8 – Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

 

 

9 – Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidade, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

 

 

10 – Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusos, sustentáveis e solidários.

(BRASIL, 2017, p.9-10)

 

 

 

Além das competências, para a Educação Infantil é preciso que o professor conheça os direitos de aprendizagem e os campos de experiência, os quais orientam o trabalho pedagógico das instituições.

 

BNCC e a Educação Infantil: Os Direitos de aprendizagem

 

 

1 – Direito de conviver

A criança tem que conviver com outras pessoas, adultos e crianças de maneira a perceber que é importante no meio em que está, ao mesmo tempo que reconhece  cultura, o ambiente, as possibilidades e limites, bem como possa ser importante nos espaços de convivência em que ela vive.

2 – Direito de brincar

Brincar é a principal linguagem da criança, é natural da criança brincar e por isso um direito. Enquanto direito em nível educativo, é preciso ajudar a criança tanto aprender a brincar quanto a utilizar a brincadeira para atingir objetivos pedagógicos.

 

3 – Direito de Explorar

A criança precisa ter condições de fazer descobertas sobre diversos elementos do mundo. A criança precisa explorar tudo o que for possível, em âmbito familiar, escolar, materiais, texturas, ambientes. Na instituições educativas a criança precisa explorar, especialmente fora da sala de aula. Você precisa promover meios de atingir objetivos de ensino ao mesmo tempo que as crianças exploram o mundo e todos os elementos que ele apresenta!

 

4 – Direito de expressar

A criança precisa ter espaços em que seus desejos, necessidades, pensamentos e capacidades possam ser expressos. Para isso a criança não pode ser limitada em suas possibilidades de experimentar e mostrar seus conhecimentos, aprendizagens, sentimentos, capacidades psicomotoras. Existem maneiras ilimitadas para a criança se expressar, vale a criatividade e domínio pedagógico das professoras, para permitir a expressão da criança ao mesmo tempo lhes ensino a respeitar a expressão de outras crianças e adultos.

 

5 – Direito de participar

A criança, mesmo quando pequena, deve ter o direito de participar na vida escolar da instituição. Participar das escolar

 

6 – Direito de conhecer-se

O direito de conhecer-se é permitir a criança se reconhecer no mundo, é o direito de colocar em prática a máxima Socrática de “conhece-te a ti mesmo”. Ou seja este direito é uma promoção do reconhecimento da subjetividade da criança, em que ela pode se ver em suas capacidades, dificuldades e potencialidades, ao mesmo tempo em que é valorizada e aprende que pode crescer e se desenvolver sabendo que é, suas origens e cada vez mais sobre o mundo em que vive. A criança precisa saber quem ela é em relação aos ambientes em que ela vive.

 

 

 

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O QUE A BNCC REFLETE NA PRÁTICA DA EDUCAÇÃO INFANTIL?

 

No Brasil a ideia de infância como período importante tanto no desenvolvimento motor e nas capacidades físicas da pessoa quanto nos processos emocionais e intelectuais é razoavelmente recente, alias, há muitas pessoas, inclusive políticos, que ainda não valorizam este período da vida humana.

 

 

Uma criança cuja infância seja saudável e cheia de experiências educativas em nível cognitivo, cultural, social e afetivo irá se desenvolver com capacidade de lidar com dificuldades e problemas.

 

 

A BNCC reflete também o esforço de direcionar o currículo da Educação Infantil, de tal modo que os saberes e conhecimentos primordiais neste nível educativo sejam experimentados pelas crianças. Afinal, a instituição de Educação Infantil tem como foco o trabalho pedagógico, a produção de conhecimento, a experiência existencial da criança no mundo, de modo a garantir uma infância saudável.

 

Ao contrário do que se pensava em boa parte do século passado que a creche servia para cuidar da criança enquanto os pais trabalhavam, o ambiente escolar na primeira infância esta associado diretamente ao educar e o cuidado passa a ser consequência da seriedade com que se trata a educação e a humanidade das crianças.

 

A criança tem um encantamento natural pelo mundo, ela esta o tempo todo curiosa para entender como as coisas acontecem. A escola, já no primeiro nível deve estar pronta a alimentar essa necessidade de aprender e saber sobre si e sobre o mundo que esse pequeno ser humano que ainda não entende como as coisas funcionam.

 

 

Você concorda que o objetivo principal na Educação Infantil são experiências educativas?

 

Para organizar o trabalho pedagógico de professores e professoras a BNCC organizou 5 campos de experiência, com o intuito de organizar os saberes e conhecimentos que devem ser ensinados para as crianças.

 

Cada sistema de ensino, público ou privado pode e deve organizar estes campos como lhe parecer melhor para a execução de práticas pedagógicas organizadas, dividindo alguns campos em 2 ou 3, desde que não fuja dos objetivos de ensino presentes do documento original.

 

BNCC e a Educação Infantil: Os 5 campos de experiência

 

 

1 – O eu, o outro e o nós

Este é o primeiro campo de experiência apresentado pela BNCC e vai estar correlacionado a todos os outros campos, pois se refere a capacidade de se diferenciar das outras pessoas e se reconhecer no mundo e perceber o mundo social.

 

O ensino de disciplinas humanas estará sempre associado a este campo, história, geografia, sociologia, língua portuguesa, etc, ao longo de toda a vida escolar da criança, não só na  Educação Infantil.

Neste campo de experiência a criança deve vivenciar experiências em que possa se reconhecer no mundo e sua participação com outras pessoas seja valorizada, bem como, perceba a necessidade outras crianças para realizar tarefas, experiências, atividades, jogos  e brincadeiras.

 

2 – Corpo gestos e movimentos

Este campo esta muito associado com a psicomotricidade, para se reconhecer como eu, a criança precisa perceber seu próprio corpo e seus limites.

 

Reconhecer e utilizar as partes do corpo, sabendo quais as funções delas, aprendendo tanto as questões fisiológicas, com linguagem adequada para crianças, como escutar o coração e pensar sobre a função e forma dele, a respiração e quais órgãos estão envolvidos, entre outras reflexões que você professor ou professora pode fazer.

Além disso, este campo está, também relacionado ao movimento, tais como a dança, o teatro, brincadeiras, circuitos de atividades, esportes, passeios e diversos elementos vinculados aos movimentos das crianças.

 

3 – Traços, sons, cores e formas

A capacidade de registrar de diversas maneiras, com desenhos, pinturas, percepção de formas e registros de sons. Traçados variados e livres para a criança aprender a apanhar o lápis, o pincel, o giz e diversos objetos para realizar desenhos, iniciar a aprendizagem de letras e palavras.

 

Por meio do desenho, da pintura e de experiências com as artes em geral, a criança perceber as diversas cores, nomeá-las, escolhê-las de maneira consciente, produzir misturas e perceber resultados, bem como reconhecer quais misturas são necessárias para resultar em cores desejadas, ou seja planejar uma ação e perceber o resultado desta ação antes mesmo de praticá-la.

Reconhecer formas geométricas planas ou sólidos geométricos, utilizar em desenhos, brincadeiras e outras propostas.

Elaborar sons, utilizar toques em brincadeiras, como abrir a porta da casinha ou da sala somente por meio de batidas numa sequencia pré-determinada ou acompanhar ritmos de músicas em geral, apreciar o toque de diversos instrumentos e cantar músicas.

 

4 – Escuta, fala, pensamento e imaginação

Este campo se refere as diversas construções da linguagem. Desde a formação uterina o bebê escuta e começa sua experiência no mundo da linguagens, mesmo que não entenda as especificidades da língua já percebe sons, tonalidades e com o tempo a organização lógica da fala, a criança precisa a todo momento escutar e aprender a escutar outras crianças, adultos, músicas, sons da natureza, etc.

 

Ao longo do crescimento o bebê que não falava de maneira ordenada mas balbuciava e chorava como meio de se expressar começa a falar, chamar pessoas como a mãe, pai, irmãos, avós, professoras e outras, a dizer nomes de brinquedos e a formar pequenas frases até que começa a contar histórias, a organizar seus pensamentos e a expressá-los.

 

O pensamento começa a ser conduzido pela experiência no mundo cultural e social da criança por meio de diversos estímulos que a levam a expressá-los, conforme aprende e domina mais e melhor a linguagem, esta criança passa a dizer o que pensa e a usar o pensamento para imaginar o mundo e transforma o pensamento em jogos, brincadeiras e faz de conta, imitando pessoas, trocando de papéis com professoras, pais, tios, tias, princesas, príncipes, policiais, etc.

 

Para orientar o trabalho pedagógico a partir deste campo de experiência é preciso permitir a criança tanto se expressar por meio da fala como conduzir brincadeiras, faz de conta e jogos sem o juízo de valores dos adultos a todo momento da brincadeiras, muitas vezes a criança precisa realizar a troca de papéis do mocinho ao bandido, para entender como coisas ruins acontecem.

 

Afinal, ao estarem inseridas na cultura, muitas vezes as crianças vivencias situações ruins e precisam expressar suas impressões sobre elas, normalmente escolherem o lúdico como via de escape.

 

5 – Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações

É uma soma de ciências sendo trabalhadas em conjuntos, por exemplo tanto o ensino da história e da geografia se fundem neste campo, quanto as ciências exatas, como a matemática, a física, a química.

 

Ensinar os espaços para a criança na Educação Infantil primeiramente é elaborar experiências para ela reconhecer o espaço em que vive, em casa, na escola, nos trajetos que faz para ir e vir de diversos lugares. Em relação ao tempo a passagem cronológica de tempo, hoje, amanhã, o que já passou e o que está por vir, por exemplo a expectativa de uma festa prevista no calendário escolar e a percepção temporal da chegada desta festa.

 

Bem como as quantidades, o ensino da classificação e seriação, organização por meio destas quantidades do espaço escolar, dos brinquedos, das produções das crianças, fazer relações entre materiais, medidas, materiais etc. e as transformações, deste as transformações relativas ao crescimento da criança, na altura, nos conhecimentos, quanto nas relações químicas, como fazer gelo e vapor a partir da água, por meio da culinária transformar um material liquido/pastoso em um bolo, perceber que certos materiais, mesmo pesados, boiam e outros afundam.

 

Aprender sobre o mundo físico e natural na prática.

 

 

Divisão da faixa etária e nomenclatura

 

A BNCC propôs nova divisão da faixa etária e a nomenclatura usada para os segmentos da Educação Infantil foram alterados, levando em consideração as especificidades necessárias a cada um dos grupos etários que constituem os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desta etapa.

 

Bebês (zero a 1 ano e 6 meses)

Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

Crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses)

 

 

BNCC e a Educação Infantil: transição para o Ensino Fundamental

 

Além disso, destacamos a importância do professor se atentar para a transição entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, pois a BNCC orienta que é preciso que haja uma continuidade em seu percurso educativo e “equilíbrio entre as mudanças introduzidas, garantindo integração e continuidade dos processos de aprendizagens das crianças, respeitando suas singularidades e as diferentes relações que elas estabelecem com os conhecimentos, assim como a natureza das mediações de cada etapa.”

 

 

 

Para finalizar, destacamos que ainda temos muito a tratar de BNCC e que próximos posts trarão discussões mais específicas.

 

O importante é reforçar que com a BNCC , o foco está no desenvolvimento de competências e este foco tem orientado a maioria dos Estados e Municípios brasileiros e diferentes países na construção de seus currículos.

 

Ao adotar esse enfoque, a BNCC indica que os alunos devem “saber” (considerando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e, sobretudo, do que devem “saber fazer” (considerando a mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho), a explicitação das competências oferece referências para o fortalecimento de ações que assegurem as aprendizagens essenciais definidas na BNCC.

 

Redação Ênfase Educacional

 

 

 

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